Basim Magdy

Basim Magdy trabalha no limiar de narrativas ficcionais e historiográficas. A sua prática artística equaciona questões sociais e políticas de forma crítica e quimérica, dando lugar a interpretações diversas, um tanto psicadélicas, do passado, do presente e do futuro.

O novo filme do artista, comissionado pelo MAAT, apresenta um cenário hipotético de factos inegáveis ocultados durante séculos por teorias da conspiração e por uma possível interpretação errada da história. Relata, através do cruzamento de narrativas poéticas e eventos inesperados, a forma como comunidades por todo o mundo recebem a notícia de que a gravidade terrestre está a aumentar gradualmente. O filme foi gravado em diversos locais, incluindo a cratera vulcânica na ilha de Nisyros, Grécia; os petróglifos de Foz Côa e o Cromeleque dos Almendres, perto de Évora, Portugal; e um laboratório de robótica em Manchester, Reino Unido.

Esta exposição será a primeira mostra individual de Magdy em Portugal, e constituirá o primeiro projeto especificamente concebido para a Video Room do MAAT.

27 Ago 2019