Fundação EDP | Impactos e resultados

Como nos financiamos

Enquanto instituição de direito privado, a Fundação EDP não recebe qualquer financiamento do Estado português.

O orçamento anual da Fundação EDP tem origem, exclusivamente em transferências do grupo EDP e em contribuições dos seus acionistas.

As contas anuais da Fundação EDP são submetidas a auditoria externa.

 

 

Relatório e Contas Fundação EDP:

 

Relatório e Contas 2015 »      Annual Report 2015»

Relatório e Contas 2014 »      Annual Report 2014» 

Relatório e Contas 2013 »      Annual Report 2013»

Relatório e Contas 2012 »

Relatório e Contas 2011 »

Relatório e Contas 2010 »

Relatório e Contas 2009 »

 

 

Como medimos resultados: modelo LBG

O Grupo EDP é desde 2008 membro do London Benchmarking Group (LBG), um grupo de trabalho constituído por mais de uma centenas de grandes empresas europeias e que tem como objetivo medir o retorno do investimento realizado em benefício da sociedade. Este modelo, de adesão voluntária, permite que as empresas avaliem de forma mais coerente e rigorosa a forma como estão a promover o desenvolvimento da Comunidade.

O modelo LBG permite à Fundação EDP registar o impacto social das suas atividades. E permite também que os acionista do grupo, que dotam anualmente a Fundação com recursos financeiros, confirmem os resultados dos seus investimentos em projetos das organizações sociais.

A todos os Parceiros da Fundação EDP é exigida a entrega trimestral de um relatório para medir os impactos e facilitar o desenvolvimento dos respectivos projetos.

Saiba mais:
www.lbg-online.net
www.corporate-citizenship.com 

 

 

Linhas de orientação para Investidores Socialmente Responsáveis:

Transparência. Contratualização. Capacitação. Avaliação. E proporcionalidade.
Estes são os cinco pilares de um investimento social responsável que se encontram refletidos e detalhados no documento "Linhas de Orientação para Investidores e Financiadores Socialmente Responsáveis".

Os princípios apresentados resultam de um processo de reflexão partilhada entre várias entidades que têm vindo a assumir um papel preponderante na dinamização da economia portuguesa, através de suporte financeiro e técnico. E que pretendem construir um cenário ético de referência com benefícios para todas as partes envolvidas.

Um trabalho realizado no seio do GRAIS - Grupo de Reflexão de Avaliação de Impacto Social, criado em 2013, e que integra membros da AESE, CASES, Comunidade Vida e Paz, everis, Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação EDP, Fundação Montepio, GRACE, IPAV‌, Instituto da Segurança Social, Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, União das IPSS de Lisboa e Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica de Lisboa.

Consulte o documento >>.

Subscreva ou apoie o documento >>.